Notícias

Grande aliado da saúde, o chá-verde é rico em flavonoides, uma substância antioxidante que ajuda a neutralizar os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento celular precoce. O produto também está associado à diminuição das taxas de colesterol e à ativação do sistema imunológico. Mas não são somente essas as qualidades desse tipo de chá. 

Uma pesquisa realizada pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, analisou o efeito do chá-verde no controle da obesidade e na redução da gordura corporal. O estudo, que foi desenvolvido pela pesquisadora Gabrielle Aparecida Cardoso, comparou a taxa metabólica de mulheres com sobrepeso e obesidade grau I, pré e pós-consumo do chá aliado ou não a exercícios físicos. Outro ponto destacado na pesquisa foi a avaliação em relação à aceitabilidade da bebida, assim como as possíveis reações adversas causadas pelo seu consumo.

Para chegar ao resultado obtido, voluntárias com massa corporal entre 25 e 35 quilos por metro foram divididas em quatro grupos e, por dois meses, seguiram orientações. As participantes do primeiro grupo tomaram chá-verde. Já as do segundo, placebo. As do grupo de número três ingeriram o chá e se exercitaram, enquanto as do quarto realizaram as atividades físicas e tomaram placebo.

 

Resultados

O primeiro grupo (chá-verde) perdeu uma quantidade de peso relevante para o tempo de estudo – 5,7 quilos em média –, com manutenção da massa magra. O grupo dois (placebo) não perdeu peso, ganhou massa gorda e perdeu massa magra. Já o terceiro (chá-verde e exercícios físicos) teve sua composição corporal modificada, apresentou maior perda de gordura, maior ganho de massa muscular, maior aumento da força muscular e redução dos níveis de triglicérides, superiores aos apresentados pelo quarto grupo (placebo e exercícios físicos).

 

Mais benefícios

Ainda de acordo com a pesquisa, o chá-verde é a segunda bebida mais consumida no mundo. Dentre os benefícios encontram-se a redução do risco de doenças cardiovasculares e de alguns tipos de câncer, melhoria das funções fisiológicas, efeito anti-hipertensivo, proteção ultravioleta e aumento da densidade mineral óssea.

 

 

Com informações da Agência USP de Notícias

Nesta quarta-feira, 21 de setembro, médicos farão uma paralisação nos atendimentos de consultas e cirurgias eletivas de operadoras de planos de saúde em 24 estados. A categoria reivindica reajuste no valor pago pelos planos por cada consulta. O movimento organizado pela Comissão Nacional de Saúde Suplementar (Comsu) – composta por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – tem a adesão de médicos de 24 estados.

O protesto, que vai durar 24 horas, é um desdobramento direto da paralisação nacional de 7 de abril, quando foi feito um alerta às operadoras sobre o desequilíbrio na relação entre elas e os médicos e se propôs um avanço no processo de negociação entre as partes para reverter a situação.
Hoje, serão suspensos as consultas e os procedimentos eletivos das operadoras de planos de saúde selecionadas pelos médicos em assembléias. O paciente tem a garantia de um novo agendamento. Durante o protesto, atendimentos de todos os casos de emergência e urgência serão efetuados normalmente.

A suspensão atingirá todas as empresas de saúde suplementar em nove dos 24 estados: Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Tocantins. Nos 15 restantes, a mobilização afetará consultas e procedimentos a planos selecionados localmente.

 

Confira abaixo o quadro nacional do protesto contra as operadoras.

Estado Planos alvo
Acre

Assefaz, Caixa Econômica, Capesesp, Casf, Cassi, Conab, Correios, Eletronorte, Embrapa, Fassincra, Geap, Plan Assiste, Sesi/DR/AC, Unimed

Alagoas

Amil, Hapvida, Smile, Unimed

Amapá

Amil, Assefaz, Caixa Econômica, Capesaúde, Cassi, Correios, Eletronorte, Embrapa,
Embratel, Fassincra, Geap, Plan Assiste, SulAmérica

Amazonas

Não haverá paralisação

Bahia

Amil, Cassi, Geap, Golden Cross, Hapvida, Life Empresarial, Medial, Norclínicas/Intermédica, Petrobrás, Promédica

Ceará Todas as operadoras
Distrito Federal

Amil, Bradesco, Golden Cross e SulAmérica

Espírito Santo Todas as operadoras
Goiás

Geap, Golden Cross, Imas, Itaú, Mediservice, SulAmérica

Maranhão

Todas as operadoras

Mato Grosso

Todas as operadoras

Mato Grosso do Sul

Todas as operadoras

Minas Gerais

Todas as operadoras

Pará

Cassi, Ipamb, Iasep, Geap, Grupo Lider, Hapvida, Hospitais Militares (Policia Militar, Naval e Exército)

Paraíba

Geap, Amil, Smile, HapVida e Norclinica

Paraná Todas as operadoras
Pernambuco

América Saúde, Golden Cross, Hapvida/Santa Clara, Ideal Saúde, Real Saúde, Samaritano
Viva

Piauí

CapeSaúde, Cassi, Correio Saúde, Geap,Saúde Caixa, Uniplam

Rio de Janeiro Todas as operadoras
Rio Grande do Norte

Não haverá paralisação

Rio Grande do Sul

Afivesc, Assefaz, Bacen, Bradesco, Cabergs, Caixa, Canoasprev/Fassem, Capesesp, Casembra, Casf, Cassi, Centro Clínico Gaúcho, Conab, Doctor Clin, ECT, Eletrosul/Elos, Embratel, Fassincra, Geap, Golden Cross , Infraero, IRB, Petrobras, Petrobras Distribuidora, Plan Assiste, Proasa, Pró-Salute,  Sameisa, Serpro, Sesef, SulAmérica , Unafisco, Usiminas, Wal-Mart

Rondônia

Ameron, Bradesco, SulAmérica, Unimed

Roraima

Não haverá paralisação

Santa Catarina

Todas as operadoras, com exceção das seguintes:
Assefaz, Capesesp, Cassi, Celos, Conab, Cooperativas Médicas, Correios Saúde,
Eletrosul, Elos Saúde, Embratel, Fassincra, Funservir, Saúde Caixa

São Paulo

Ameplan, Blue Life, Dix Amico, Geap, Golden Cross, Green Line, Intermédica, Medial, Notre Dame, Prosaúde, Volkswagen

Sergipe

Todas as operadoras, com exceção das seguintes:
Assec/Cehop, Assefaz, Cagipe, Camed, Capesesp, Casec, Casembrapa, Casse, Cassi, Cassind, ECT, Embratel, Fachesf, Fassincra, Pasa, Petrobras Distribuidora, Petrobras, Plan Assiste, Proasa, Saúde Caixa, Sesef

Tocantins

Todas as operadoras



Com informações do Conselho Federal de Medicina

O número total de atendimentos a hipertensos e diabéticos no programa “Saúde Não Tem Preço” passou de 853 mil em janeiro para 2,7 milhões em agosto nas 19 mil unidades privadas credenciadas ao programa. Esse programa foi lançado no início de 2011 e oferece de forma gratuita 11 medicamentos destinados aos pacientes com as doenças em questão.

O aumento dos pacientes beneficiados é visível: os hipertensos foram de 658 mil para 2,3 milhões (crescimento de 254%), enquanto os diabéticos saltaram de 306 mil para 860 mil (180% de aumento). Antes da idealização do programa, os medicamentos necessários para o tratamento eram comercializados com até 90% de desconto nas drogarias credenciadas ao “Aqui Tem Farmácia Popular”.

Segundo dados do estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), hoje, a hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira e a diabetes, 6,3%, sendo maior em mulheres do que em homens.

 

Diferença entre regiões 

Dentre as regiões do Brasil, algumas delas apresentaram crescimento diferente quando comparadas às outras. A região Norte apresentou um maior número de hipertensos e diabéticos beneficiados, com 713% de aumento de janeiro a agosto (de 7.774 pessoas para 62.713). A região Centro-Oeste também teve um crescimento significativo: 556%. No Nordeste, o programa teve um aumento de 349%, no Sul, 265% e no Sudeste, 184%.

 

 

Com informações do Ministério da Saúde

Evento exclusivo a profissionais da área da saúde acontece no dia 17

Ribeirão Preto sediará o evento Sábado da Dor no dia 17 de setembro. Trata-se de uma reunião itinerante com profissionais da área da saúde realizada pela SBED - Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor e patrocinada exclusivamente pelo Laboratório Cristália.

Os Sábados da Dor acontecem há onze anos com o objetivo de dinamizar e aperfeiçoar o processo de atualização médica. Direcionados aos médicos e outros profissionais multidisciplinares da área da saúde, além de palestras, o Sábado da Dor conta com a discussão de casos clínicos, proporcionando maior troca de experiências.

A representante da SBED, Drª Gabriela Rocha Lauretti ressalta que o estudo da dor tem alcançado avanços importantes nos últimos anos e pode ser equiparado ao aplicado nos EUA ou Europa. Segundo a doutora, o Sábado da Dor é uma atitude preventiva e positiva para a população e também para a classe médica diante do aumento gradativo da expectativa de vida do brasileiro. “O fato de a classe cuidadora estar consciente sobre a necessidade de constante aprimoramento implica em melhoria da qualidade de vida para a população interessada, no caso a ribeirão pretana”, afirma.

 

Data: 17 de setembro

Horário: Das 8h às 18h

Local: Dan Inn Hotel Ribeirão Preto – R. Cel. Luiz da Cunha, 404 - Ribeirão Preto/SP·.

Coordenador local
Drª Fabíola Peixoto Minson

Drª Gabriela Rocha Lauretti – representante da SBED

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente no site: http://www.2cristalia.com.br/dor/inscricao.php?id_evento=19

As vagas são limitadas.

Confira a programação no site www.2cristalia.com.br

 

Sobre o Cristália

O Cristália é uma empresa químico-farmacêutica de capital 100% nacional fundado em 1972, em Itapira, no interior de São Paulo. É líder na pro­dução e comercialização de anestésicos e adjuvantes de anestesia na América Latina, com destaque também nos seg­mentos de Psiquiatria, Neurologia, Cos­mecêutica e Dor.

É o único laboratório instalado no Brasil que produz medi­camentos para o Programa Anti-Aids – da matéria-prima (princípio ativo) ao produto acabado e detentor do maior número de patentes do país. O laboratório conta com 120 cientistas, entre mestres e doutores, um Centro de Pesquisa de Desenvolvimento e Inovação em parceria com 23 institui­ções de pesquisas, tais como Unicamp, USP, UFRJ, UFMG, Instituto Butantan e Fiocruz.


Fonte: Cristália

 

A 8ª Semana do Peixe, que tem como lema “Inclua pescado na sua alimentação. É gostoso e faz bem para a saúde”, foi lançada no último domingo, 11, em Niterói (RJ), pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério da Pesca e Aquicultura. A campanha, que segue até o dia 24 de setembro, tem por objetivo incentivar o brasileiro a consumir pescado regularmente tendo como foco a alimentação saudável.

 

Dados

Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008-09, o consumo anual de peixe do brasileiro é de 9 kg. A meta da campanha é aumentar o consumo para 12 kg de pescado por habitante/ano, quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A pesquisa também revela baixa aquisição domiciliar de pescados – observa-se que houve um consumo médio de peixe de 4,03 kg per capita por ano, em nível nacional, mas com grande variação por regiões: 17,54 kg no Norte, 4,96 kg no Nordeste, 2,06 kg no Sudeste, 1,60 kg no Sul e 1,62 kg no Centro-Oeste.
A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime, disse que a pesquisa mostra baixa prevalência de consumo de peixes e que o percentual de indivíduos que reportaram a ingestão de pescado, pelo menos uma vez na semana, foi de 6,4%. Também foi verificado que somente 10,8% dos brasileiros declaram o consumo fora do domicílio.

Os peixes são boas fontes de todos os aminoácidos essenciais, que ajudam a formar as proteínas, necessárias para o crescimento e a manutenção do corpo humano. São também fontes importantes de ferro, vitamina B12, cálcio e gorduras essenciais, fundamentais ao bom funcionamento do organismo. O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, recomenda o consumo de peixe fresco pelo menos duas vezes por semana. Patrícia Jaime ressalta que a população precisa adquirir hábitos mais saudáveis, evitando o excesso de gorduras e sal nos alimentos e preparações, além de que precisamos estimular as pessoas a se alimentarem melhor, pois o peixe traz inúmeros benefícios para a saúde, mas, para abastecer o mercado e torná-lo acessível para todos, é necessário ordenar e fomentar a aquicultura, visando o aumento da produção e oferta de alimentos.


Dicas aos consumidores na hora da compra

A campanha tem também como objetivo prestar informações aos consumidores sobre quais itens observar na hora da compra. O peixe fresco, por exemplo, deve possuir pele firme, bem aderida, úmida e sem a presença de manchas; os olhos devem ser brilhantes e salientes; as escamas devem ser unidas entre si, brilhantes e fortemente aderidas à pele; as guelras devem possuir cor que vai do rosa ao vermelho intenso, ser brilhantes e sem viscosidade; odor característico e não repugnante.

A conservação será outro ponto em destaque para os consumidores. Após o descongelamento, os pescados só podem ser congelados novamente se cozidos e preparados. No congelamento caseiro, os peixes devem ser mantidos inteiros, mas sem as vísceras. Camarões e lagostas devem ser congelados sem cabeça. Nunca congelar espécies diferentes num mesmo recipiente. Ao manusear o pescado, o vendedor deve utilizar luvas descartáveis e a higiene do local de venda deve ser observada como um todo. Os peixes são alimentos extremamente perecíveis e por isso é necessário tomar muito cuidado com seu manuseio.


Com informações do Ministério da Saúde.

Publicidade