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Os profissionais da área da saúde podem atualizar o conhecimento sobre o mecanismo da dor no dia 22 de outubro

São Paulo, 19 de outubro de 2011 - Porto Alegre sediará o evento Sábado da Dor, no próximo dia 22 de outubro. Trata-se de uma reunião itinerante com profissionais da área da saúde realizada pela SBED - Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor e patrocinada exclusivamente pelo Laboratório Cristália.

Os Sábados da Dor acontecem há 11 anos com o objetivo de dinamizar e aperfeiçoar o processo de atualização médica. Direcionados aos médicos e outros profissionais multidisciplinares da área da saúde, além de palestras, o Sábado da Dor conta com a discussão de casos clínicos, proporcionando maior troca de experiências.

O coordenador do evento em Porto Alegre, Dr. Adivanio Cardoso, ressalta a importância do evento para a comunidade médica e para a população. "O evento tem a participação de profissionais de várias instituições públicas e privadas de saúde, favorecendo a criação de ações nesta área, beneficiando um número cada vez maior de pacientes. Além disso, o cuidado do paciente com dor necessita abordagem multifatorial e individual, sendo relevantes não apenas o contexto físico, mas a sua interação psíquica e sociocultural, fundamentais para a promoção de maior qualidade de vida a população local", afirma o doutor.

O evento já passou por várias capitais do Brasil. Confira abaixo a programação para Porto Alegre.

Data: 22 de outubro

Horário: Das 8h às 18h

Local: Plaza São Rafael Hotel - Av. Alberto Bins, 514 - Porto Alegre / RS

Coordenador local:Dr. Adivanio Cardoso Américo

Representante da SBED:Dr. Dr. José Tadeu Tesseroli de Siqueira

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente no site, onde também há a programação. As vagas são limitadas. www.2cristalia.com.br/dor

 

 

Fonte: Insight Engenharia de Comunicação e Marketing

 

 

Está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (10/10) a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe a venda de medicamentos a base de anfepramona, femproporex e mazindol no Brasil. Conforme a Resolução RDC 52/2011 da Agência, esses medicamentos serão retirados do mercado nacional em 60 dias.

A norma da Anvisa também apresenta novas restrições para medicamentos a base de sibutramina. Entre as novidades, está a obrigatoriedade dos profissionais de saúde, empresas detentoras de registro e farmácias e drogarias de notificarem, obrigatoriamente, o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária sobre casos de efeitos adversos relacionados ao uso de medicamentos que contém sibutramina.

Além disso, no momento da prescrição, os profissionais de saúde e pacientes deverão assinar um termo de responsabilidade. Esse termo aponta os casos em que o uso desse medicamento é contra-indicado e os riscos aos quais os pacientes que utilizarão medicamentos a base de sibutramina estarão submetidos.

O termo de responsabilidade será preenchido em três vias. Uma via ficará arquivada no prontuário do paciente, uma via será arquivada na farmácia ou drogaria dispensadora e a outra ficará mantida com o paciente.

Além disso, as empresas que possuem registro de medicamentos à base de sibutramina terão 60 dias para encaminharem à Anvisa um plano de farmacovigilância para minimização de riscos de uso do medicamento. Com base nesse plano, a Anvisa reavaliará, em 12 meses, a segurança de uso dos medicamentos a base de sibutramina.

 


Fonte: Anvisa

A Diretoria Colegiada da Anvisa decidiu, na última terça-feira (4/10), pela retirada dos medicamentos inibidores de apetite do tipo anfetamínico do mercado e pela manutenção da sibutramina como medicamento para o tratamento da obesidade, com a imposição de novas restrições.

De acordo com a decisão dos diretores, os medicamentos femproporex, mazindol e anfepramona terão seus registros cancelados, ficando proibida a produção, o comércio, a manipulação e o uso destes produtos. Esses três medicamentos são do grupo denominado inibidores de apetite do tipo anfetamínico.

O relatório apresentado durante a reunião mostra que o uso dos anfetamínicos está baseado na prática clínica, que é o tipo de evidência menos consistente e menos segura segundo os padrões atuais para registro de medicamentos. O texto informa, ainda, que há evidências de eventos adversos graves, que associadas à ausência de dados confiáveis de segurança justificaram a decisão dos diretores.

Em relação à sibutramina, a decisão da diretoria da Anvisa, por três votos a um, foi de manter o medicamento no mercado com a inclusão de novas exigências e mais restrições para o uso do produto. O relatório apresentado pelo diretor-presidente, Dirceu Barbano, informa que o perfil de segurança da sibutramina é bem identificado e conhecido, o que permite identificar pacientes que podem ter algum ganho a partir do uso da substância. Uma das restrições que será estabelecida é a descontinuidade do uso da sibutramina em pacientes que não obtiverem resultados após quatro semanas de uso do produto.

Para o diretor-presidente, o debate que levou a decisão final da Anvisa foi bastante produtivo e ajudou a dar clareza sobre os dados científicos disponíveis sobre estes medicamentos e as lacunas que as pesquisas não foram capazes de responder. "A diretoria da Anvisa entendeu que a sibutramina pode ser utilizada em determinadas situações e com um monitoramento rigoroso", explicou Barbano.

No processo de 643 páginas, elaborado ao longo dos últimos oito meses, os técnicos da Anvisa reuniram todos os dados disponíveis de estudos sobre os medicamentos do tipo anfetamínico e a sibutramina.

Histórico

Em outubro do ano passado, a Câmara Técnica de Medicamentos, uma instância consultiva, sugeriu à Anvisa a retirada dos inibidores de apetite do mercado. Em fevereiro deste ano, a Agência realizou uma audiência pública para discutir o risco e a eficácia desses medicamentos inibidores de apetite. Desde então foram realizadas duas audiências públicas no Congresso Nacional e um painel técnico-científico internacional pela própria Anvisa.

Além disso, a Agência realizou uma teleconferência, no último mês de setembro, com a agência para medicamentos e alimentos norte-americana, o FDA, para levantar informações sobre o uso da sibutramina naquele país e sua posterior proibição.

A discussão teve início por conta da publicação do estudo Scout, que trouxe novas informações sobre os riscos e a eficácia da sibutramina. Por esta razão, o país iniciou um debate sobre esse medicamento e os medicamentos do tipo anfetamínicos.

 


Fonte: Anvisa 

A bactéria Listeria monocytogenes infectou melões e tem causado intoxicação alimentar em norte-americanos. A informação é do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC). Até o momento foram registradas 13 mortes e 72 infecções.

A empresa Jensen Farms, no estado do Colorado realizou um recall de melões no dia 14 de setembro. As frutas são alvo do primeiro surto que causa uma doença conhecida como listeriosis. Segundo as autoridades dos Estados Unidos, o produto chegou a ser distribuído em 17 estados, mas não foi exportado para outros países. Quem consumir o alimento infectado pode ficar doente até dois meses depois, sendo que a bactéria pode resistir a temperaturas baixas e por semanas.

Acredita-se que o número de infectados aumente nas próximas semanas. O grupo de risco é formado por idosos, grávidas (a bactéria pode causar o aborto involuntário), recém-nascidos e pessoas com sistema imunológico debilitado. A infecção causa febre e dor muscular. O CDC recomenda que, em caso de suspeita de consumo desse melão infectado, a pessoa procure um médico imediatamente.

 

Estados atingidos

Segundo informações do CDC, 18 estados foram atingidos pelo surto. Dentre eles, 13 mortes foram relatadas: duas no Colorado, uma no Kansas, uma em Maryland, uma no Missouri, uma em Nebraska, quatro no Novo México, uma em Oklahoma e duas no Texas.

 

 

Fonte: Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC)

Incluída no calendário oficial de vacinação no início deste ano, a vacina pneumocócica é responsável por proteger a população de doenças como meningite, pneumonia pneumocócica e infecções no trato respiratório superior. A vacina tem dose única e protege contra dez sorotipos da bactéria pneumococo, devendo ser reforçada após cinco anos.

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