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Agência FAPESP – Um infarto do miocárdio pode acarretar ao paciente um dano tão grande que o restabelecimento do fluxo sanguíneo por meio de técnicas convencionais talvez não seja suficiente. Para reparar tal estrago, seria necessário criar novos vasos ou até mesmo substituir o tecido danificado.
Esse é o desafio que José Eduardo Krieger, diretor do Laboratório de Genética e Cardiologia Molecular do Instituto do Coração (InCor) e professor titular em Genética e Medicina Molecular do Departamento de Cardiopneumologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), e sua equipe enfrentarão ao lado de um grupo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.
Trata-se do projeto de pesquisa, "Injectable biopolymers and cells therapy: improvement of cardiac repair after myocardium infarction"aprovado em chamada realizada pela FAPESP em parceria com o MIT.
A ideia do intercâmbio é desenvolver alternativas para inibir ou ao menos retardar a deterioração das células do tecido cardíaco após o infarto do miocárdio. “O tratamento evitaria novos infartos e reduziria o tempo de recuperação do paciente”, disse Krieger à Agência FAPESP.
Hoje, ao sofrer um infarto do miocárdio, uma pessoa pode ser submetida a três tipos de tratamentos. Dependendo do quadro clínico, o médico pode optar pelo uso de medicamentos ou pela hemodinâmica, na qual é inserido um balão ou stent na artéria por meio de um cateter. Outro procedimento é a vascularização cirúrgica ou, em alguns casos, o especialista pode recorrer à combinação dos tratamentos.
“A nova técnica utiliza o conceito de engenharia de tecidos para combinar células e uma matriz biopolimérica para prevenir a morte das células próximas ao infarto e ao mesmo tempo estimular a formação de novos vasos”, explicou Krieger.
“As células injetadas com os biopolímeros têm maior chance de permanecer no local, como se estivéssemos utilizando uma cola. Além disso, os biopolímeros agem como potentes biorregulatórios e secretam fatores que poderão contribuir para o processo de reparação do tecido danificado”, completou o professor Elazer Edelman, do Centro de Engenharia Biomédica do MIT-Harvard, parceiro no projeto.
O grupo está desenvolvendo uma mistura gelatinosa que permite reter as células no local desejado, dentro do miocárdio ou em seu entorno, além de estimular fatores de crescimento nas células residentes.
Em linhas gerais, esses biopolímeros funcionam como uma espécie de cola. “Os benefícios dessa técnica seriam uma recuperação mais rápida da pessoa que sofreu o infarto e o restabelecimento da função do miocárdio”, disse Krieger.
Com esses plásticos biológicos feitos a partir de fibrina ou colágeno (retirados do próprio paciente) ou materiais sintéticos, os pesquisadores dos Estados Unidos e do Brasil esperam estimular a formação de novos vasos e, ao mesmo tempo, reduzir o processo da fibrose.
“O mecanismo ainda não foi totalmente elucidado. Precisa ser mais investigado. Mas podemos adiantar que a melhora associada à fibrose e a preservação da forma e tamanho do ventrículo permitem especular que há influência da sinalização parácrina nesse processo”, afirmou Edelman. A sinalização parácrina é um tipo de sinalização que tem como alvo apenas as células que estão na vizinhança da célula emissora do sinal.
Experiência e mobilidade
Krieger conta que a ideia do intercambio surgiu antes do lançamento da chamada da FAPESP, uma vez que conhece Edelman desde os anos 1990, quando cursaram juntos o pós-doutorado na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Em meados de 2010, incentivada por Krieger, Ayumi Miyakawa, sua assistente no Incor, foi selecionada para estagiar no laboratório dos professores Edelman e Petter Libby no Brigham Women’s Hospital, em Harvard, em um programa da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
A ida de Ayumi estava prevista para durar apenas um ano e ela seria a única a participar do programa. Com a chamada da FAPESP, o escopo da pesquisa ampliou.
“Os programas oferecidos pela Harvard em conjunto com o MIT são muito impactantes, pois trazem expertises que geralmente não se combinam espontaneamente. Com o intercâmbio FAPESP-MIT, a mobilidade de pesquisadores aumentará”, disse Krieger.
No laboratório do MIT, os cientistas estão priorizando experimentos com células humanas. No InCor, os testes são realizados com células de suínos. O grupo de Krieger observou que, ao serem injetadas no coração, as células mesenquimais (importantes na formação de novas células) derivadas do tecido adiposo do porco são capazes de prevenir a deterioração das células no modelo de isquemia cardíaca – isso, em ratos.
Agora, a equipe brasileira está testando a mesma hipótese no modelo suíno, considerado o mais próximo do humano. Krieger destaca que tanto o uso de biopolímeros como a terapia celular não são mais invasivos do que os tratamentos convencionais.
“Durante a recuperação, se o paciente possui uma massa de tecido cardíaco muito grande, ele pode progredir para um quadro de insuficiência cardíaca. E é isso que desejamos inibir ou, pelo menos, retardar”, afirmou.
Mais informações sobre a chamada FAPESP-MIT: www.fapesp.br/acordos/mit
Por Mônica Pileggi - Agência FAPESP
Link de acesso: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13425/freio-na-deterioracao-cardiaca.htm
Agência FAPESP – Salmonelas (gênero Salmonella) são bactérias muito conhecidas por causarem infecção alimentar e problemas como diarreia, gastroenterite e septicemia. Mas a salmonela é comum no trato intestinal e não são todos os subtipos que causam infecção.
E a bactéria pode ser muito util, até mesmo para combater infecções, como mostra um grupo da Universidade da California em Berkeley, nos Estados Unidos.
Em artigo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os cientistas descrevem como usaram a salmonela para transportar até determinadas células enzimas preparadas para combater vírus. Isso de modo seguro e sem causar doença.
A novidade funcionou em camundongos infectados com citomegalovírus – tipo de vírus herpes comum em regiões pobres – em uma solução oral que não precisou ser injetada.
“Um número de vacinas, entre as quais para poliomielite e varíola, usam vírus vivos, mas enfraquecidos para fortalecer o sistema imunológico. Mas essa é a primeira vez que se consegue modificar geneticamente uma bactéria para o tratamento de uma infecção viral”, disse Fenyong Liu, um dos autores do estudo.
Os pesquisadores usaram a salmonela por se tratar de um organismo que sobrevive ao sistema digestivo humano, o que permite ser usada de modo oral, mais conveniente de ser administrado do que se inalada ou injetada.
O grupo usou uma linhagem da salmonela atenuada e conhecida como segura, que também é usada na vacina para febre tifoide. Como a salmonela invade facilmente celulas, os cientistas usaram o organismo para transportar ribossomos capazes de bloquear a atividade genética do citomegalovírus.
No estudo, os camundongos que receberam os ribossomos transportados pela salmonela viveram duas vezes mais do que os outros também infectados mas que não ingeriram a bactéria.
“O estudo se centrou no uso da salmonela e de ribossomos para combater infecções, mas, com mais estudos, esse método poderá ser usado eventualmente para tratar outras condições, entre as quais o câncer”, disse Liu.
O artigo Oral delivery of RNase P ribozymes by Salmonella inhibits viral infection in mice (doi/10.1073/pnas. 1014975108), de Fenyong Liu e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1014975108.
Agência FAPESP
Link de acesso: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13420/salmonela-e-programada-para-combater-virus.htm
Agência FAPESP – O estudo Efeito do treinamento aeróbico sobre a morbidade psicossocial e sintomas em pacientes com asma: um estudo clínico aleatorizado, realizado por Felipe Augusto Rodrigues Mendes, doutorando da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) com Bolsa da FAPESP, recebeu menção honrosa na categoria Trabalho Publicado na edição 2010 do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Desde 2002, a iniciativa do Ministério da Saúde distingue trabalhos divididos em cinco categorias: Tese de Doutorado, Dissertação de Mestrado, Trabalho Científico Publicado, Monografia de Especialização ou Residência e Incorporação de Conhecimentos Científicos no SUS. Os temas abordados devem estar focados no desenvolvimento das políticas públicas de saúde no Brasil.
O objetivo do trabalho de Mendes, fruto do mestrado "Efeito do treinamento aeróbico sobre a morbidade psicossocial e sintomas em pacientes com asma: um estudo clínico aleatorizado", era descobrir que benefícios as atividades físicas poderiam proporcionar aos pacientes asmáticos.
“Somos o oitavo país com o maior número de ocorrências de asma no mundo. As causas dessa inflamação nos pulmões estão associadas a fatores genéticos e ambientais”, disse Mendes à Agência FAPESP.
“Os resultados do estudo mostram que os pacientes que realizaram atividade física tiveram uma redução de 66% nos sintomas de asma quando o exercício foi praticado de forma moderada e isso mostra que o exercício físico pode ser um aliado no controle da doença”, indicou.
De acordo com o orientador do trabalho, Celso Fernandes de Carvalho, professor de Fisioterapia Respiratória do Curso de Fisioterapia da FMUSP, o paciente asmático mais ansioso e deprimido abandona o uso da medicação prescrita pelo médico mais facilmente. “Ele é o que mais custa para o Sistema Único de Saúde”, disse.
O estudo integrou o Projeto Temático "Mecanismos de inflamação pulmonar na asma: estudos clínicos e experimentais", coordenado por Milton de Arruda Martins da FMUSP.
O trabalho de Mendes analisou 101 pessoas com idade média de 35 anos. “Setenta por cento eram mulheres, mas isso é uma característica da doença. Quando o indivíduo é jovem, a asma é predominante em meninos, em adultos ocorre o inverso”, explicou Carvalho.
Do total, Mendes e colegas dividiram os participantes em dois grupos: um que não fazia exercício físico e outro que praticava exercícios aeróbicos duas vezes por semana, como a caminhada.
Após três meses de treinamento físico de intensidade moderada a intensa e medicação controlada, o grupo observou uma melhora significativa não só nos sintomas da asma, como na qualidade de vida pacientes.
De acordo com Carvalho, os pacientes que apresentavam sintomas a cada dois dias, totalizando 15 dias com sintomas por mês, passaram a ter entre um e dois dias de sintomas da doença por semana, somando seis no mês.
Menos inflamação
Outra boa notícia foi a melhora no convívio social. Com a asma controlada e a capacidade de realização das atividades diárias, os cientistas observaram que a prática de exercícios reduziu significativamente o quadro de depressão e ansiedade nos pacientes.
“Devido ao fato de os pacientes não saberem quando ocorrerá a próxima crise, os pacientes asmáticos são mais ansiosos e depressivos do que a população sem asma”, afirmou Mendes.
Segundo ele, o próximo passo é tentar descobrir o mecanismo de ação da atividade aeróbica na redução da inflamação pulmonar. Esse é um dos temas que vem trabalhando na sua tese.
O artigo Effects of Aerobic Training on Psychosocial Morbidity and Symptoms in Patients With Asthma (doi:10.1378/chest.09-2389), de Felipe A. R. Mendes e outros, pode ser lido por assinantes da Chest em www.chestpubs.org.
Por Mônica Pileggi - Agência FAPESP
Link de acesso: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13419/mais-folego-e-autoestima.htm
Agência FAPESP – Uma proteína descoberta em 1995, capaz de aniquilar as células tumorais, deixando ilesas as células saudáveis, é considerada um dos mais poderosos recursos naturais do organismo para deter o câncer.
No entanto, em certos tipos de câncer há uma inibição da expressão dessa proteína, conhecida como TRAIL (sigla em inglês para ligante indutor de apoptose relacionada ao fator de necrose tumoral), o que permite a evolução do tumor.
Uma equipe brasileira de cientistas desvendou um mecanismo molecular que controla a expressão de TRAIL na leucemia mieloide crônica (LMC). O estudo, que mostrou como a “armadilha contra o câncer” é desmontada, abre caminho para a investigação de alternativas terapêuticas para a doença.
O trabalho, coordenado por Gustavo Amarante-Mendes, professor do Departamento de Imunologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP), foi publicado na revista Oncogene, do grupo Nature.
O cientista coordena atualmente um projeto de pesquisa, financiado pela FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, que tem foco na área de excelência do grupo do ICB-USP: estudos sobre os mecanismos moleculares que regulam os processos de morte celular em câncer e em células do sistema imune.
De acordo com Amarante-Mendes, o trabalho foi a base da pesquisa de doutorado de Daniel Diniz de Carvalho, primeiro autor do artigo. Colaboraram também Welbert de Oliveira Pereira e Janine Leroy, alunos de doutorado e mestrado, respectivamente. Os três tiveram bolsas da FAPESP.
Durante seu desenvolvimento, a partir de 2007, o estudo recebeu diversos prêmios, incluindo o Nature Reviews Cancer Award, durante a 8ª Conferência São Paulo de Pesquisa , o segundo lugar no Prêmio Michel Jamra para Jovens Pesquisadores durante a 23ª Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), além do Prêmio Ricardo Pasquini, como melhor trabalho sobre leucemia mieloide crônica apresentado no congresso da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (Hemo 2009).
Segundo Amarante-Mendes, a proteína TRAIL induz suas células-alvo à morte iniciando um complexo e bem regulado programa molecular conhecido como apoptose, que é acionado durante o desenvolvimento embrionário, para formar de maneira apropriada órgãos e tecidos. Na vida adulta, a apoptose – ou morte celular – desempenha um papel fundamental na renovação das células.
“Os defeitos no processo de apoptose são observados em diversas formas de câncer e a aquisição de resistência à apoptose é considerada uma das etapas do processo de gênese do tumor. Algumas formas de câncer são capazes de desenvolver resistência à morte induzida por TRAIL. Outras, como a LMC, inibem a produção de TRAIL, escapando desse importante mecanismo de defesa. Nosso estudo demonstrou o funcionamento desse mecanismo molecular”, disse Amarante-Mendes à Agência FAPESP.
A LMC, segundo o cientista é causada por uma proteína quimérica – isto é, que não deveria existir normalmente no organismo –, que surge como resultado de uma “confusão” entre os cromossomos 9 e 22, que trocam trechos entre si.
“É o que se chama de translocação gênica: a proteína ABL, do cromossomo 9, é transferida para a região BCR do cromossomo 22. Isso gera um cromossomo atípico, denominado cromossomo Filadélfia, associado à LMC. O nosso estudo investigou os mecanismos moleculares responsáveis pela inibição da expressão de TRAIL nas células leucêmicas BCR-ABL-positivas”, explicou.
O trabalho, de acordo com Amarante-Mendes, teve colaboração de outros grupos de pesquisa, incluindo as equipes coordenadas por Marco Antonio Zago, pró-reitor de Pesquisa da USP, Eliana Abdelhay, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), e as professoras Fabíola Castro, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCF-RP-USP), e Jacqueline Jacysyn, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).
Bala mágica
Inicialmente, a equipe observou que a expressão de TRAIL diminuía expressivamente com a progressão da LMC e essa diminuição estava diretamente relacionada a um aumento na expressão de uma outra proteína: a PRAME (sigla em inglês para antígeno preferencialmente expresso do melanoma).
“A PRAME normalmente não é encontrada em células normais, mas está presente com frequência nas células tumorais. Depois de constatar isso, nós observamos que a PRAME é diretamente responsável por inibir a expressão de TRAIL em células leucêmicas”, disse Amarante-Mendes.
De acordo com ele, a PRAME é responsável por recrutar proteínas capazes de inibir a transcrição gênica por meio de mecanismos epigenéticos. “O trabalho mostrou também que esse mecanismo tem implicações terapêuticas para a LMC, uma vez que a inibição de PRAME, por RNA de interferência, é capaz de gerar uma maior expressão de TRAIL, deixando as células leucêmicas mais suscetíveis à apoptose e, consequentemente, à terapia”, afirmou.
Quando a TRAIL foi descoberta, em 1995, pelo fato de matar as linhagens celulares em culturas tumorais preservando, ao mesmo tempo, as linhagens primárias, a proteína foi considerada uma “bala mágica” para o futuro do tratamento do câncer. Alguns tratamentos clínicos com base na TRAIL chegaram a ser desenvolvidos.
“O problema é que algumas formas de câncer são resistentes a essa sinalização. Em outras formas, como no caso estudado, o gene ABL-BCR mantém baixa a expressão de TRAIL. Por isso focamos os estudos na tarefa de desvendar esse mecanismo”, disse Amarante-Mendes.
É possível que o mesmo mecanismo desvendado pelos pesquisadores, segundo ele, possa ocorrer não só na LMC, mas também em outros tipos de tumores onde a expressão de PRAME é elevada.
“Essa possibilidade – e suas implicações clínicas – é o próximo passo para os nossos estudos”, disse o cientista. O tema, segundo ele, já começou a ser investigado por Bárbara Mello, que desenvolve no laboratório do ICB seus estudos de pós-doutorado, com bolsa da FAPESP.
O artigo BCR-ABL-mediated upregulation of PRAME is responsible for knocking down TRAIL in CML patients (doi:10.1038/onc.2010.409), de Gustavo Amarante-Mendes e outros, pode ser lido por assinantes da Oncogene em www.nature.com/onc
Por Fábio de Castro - Agência FAPESP
Link de acesso: http://www.agencia.fapesp.br/materia/13418/proteina-exterminadora.htm
Brasília - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou regulamento para atualizar as normas e exigências de qualidade das agulhas e seringas descartáveis, usadas em procedimentos médico-hospitalares. A resolução está no Diário Oficial da União de hoje (7).
A principal novidade do novo regulamento é a padronização de acordo com os requisitos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Até então, a aplicação das normas da ABNT era opcional aos fabricantes. Com a nova norma, esses requisitos passam a ser obrigatórios.
A decisão foi tomada pela Anvisa em reunião no dia 11 de janeiro. As regras são dirigidas aos fabricantes e passam a valer dentro de 360 dias.
Além dos requisitos previstos nesta resolução, as seringas de uso único devem atender também aos requisitos de certificação de conformidade no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (Sbac).
Por Christina Machado - Repórter da Agência Brasil
Edição: Lílian Beraldo