(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Vômitos em bebês e crianças: descubra os sinais de alerta e como tratar - Idmed

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Sintomas como febre, tosse, inapetência, diarreia e vômitos são motivos frequentes de consultas em pediatrias. A regurgitação é a expulsão sem esforço do conteúdo do esôfago ou do estômago pela boca, frequentemente associada à eructação e não precedida de náuseas, sendo assim diferente do vômito, que é a expulsão violenta e forçada do conteúdo do estômago, acompanhada de contração do músculo que separa o abdome do tórax (diafragma) e da musculatura abdominal, com relaxamento da comunicação existente entre o estômago e o esôfago (cárdia) e contração da passagem entre o estômago e a primeira porção do intestino delgado (piloro).

O vômito costuma ser precedido de náuseas e acompanhado de palidez, aumento da frequência cardíaca, sialorreia (faz com que criança fique “babando”), suor frio e lassidão (a criança fica “largada”, mole).

O vômito é uma resposta reflexa a vários estímulos coordenados pelo sistema nervoso central. O “centro do vômito” está localizado no tronco cerebral, recebendo estímulos via corrente sanguínea (em resposta a drogas e toxinas circulantes), informações do córtex cerebral e de outras inervações que levam mensagens do organismo, podendo desencadear o reflexo de vômito.

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