(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Transtorno do pânico: como diferenciá-lo de outras doenças? - Idmed

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É comum confundir a síndrome do pânico com outras doenças?

Diversas doenças cardíacas apresentam sintomas semelhantes aos do transtorno de pânico, entre elas arritmias cardíacas, angina e infarto do miocárdio. Um estudo descreveu que cerca de 30% dos pacientes admitidos para tratamento em uma unidade coronariana em um hospital universitário tinham o transtorno e nenhuma evidência de doença arterial coronariana. Dessa forma, um eletrocardiograma pode ser indicado em pacientes com sintomas cardiovasculares significativos.

"As disfunções da tireoide, como o hipertireoidismo, também podem provocar ataques de pânico. Na fase inicial, o paciente nem sempre apresenta alterações de peso, taquicardia, exoftalmia, intolerância à temperatura ou outros sinais físicos. Por isso, é importante procurar atendimento médico para que o profissional solicite dosagens de hormônios, no caso de haver suspeita de doença da tireoide", destaca o psiquiatra.

Além das disfunções e doenças ressaltadas, o especialista lembra outros problemas que têm algumas características em comum com o transtorno do pânico. São eles o transtorno de ansiedade generalizada, a epilepsia, o feocromocitoma (tumor das glândulas suprarrenais) e a depressão, que tem um importante diagnóstico diferencial. "Importante salientar que 60% dos pacientes com TP apresentam depressão ao longo da vida", afirma.

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