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Uma pesquisa realizada em parceria entre a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (ABESO), a Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) e a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), junto com uma indústria farmacêutica, traçou o perfil da população obesa e com sobrepeso frente a tratamentos.

Divulgado no início do mês de julho, o estudo entrevistou 1000 pessoas, entre homens e mulheres, com média de idade de 39 anos, em cinco praças brasileiras (Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Salvador).

Segundo dados do levantamento, 93,5% dos entrevistados relataram não conhecer o seu próprio Índice de Massa Corpórea (IMC) e 55% não consideram a obesidade como uma doença, mas sim consequência de outras. Além disso, para 37% dos entrevistados, o estresse foi o maior influenciador do sobrepeso, seguido do trabalho, com 25%, e a hereditariedade, com 24%.

Sobre os tratamentos para emagrecer, a grande maioria dos entrevistados relatou já ter feito algo. Dentre os tratamentos questionados, os exercícios físicos foram citados por 70%, enquanto 56% já realizaram dietas restritivas e 26% já fizeram uso de medicamentos para emagrecer.

 

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