(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); 13 anos depois da implantação, genéricos se consolidam cada vez mais - Idmed

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E dos genéricos com os de referência, quais são as principais diferenças?

O medicamento dito de referência se caracteriza por ser um produto inovador, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente por ocasião do registro desse medicamento. É geralmente o primeiro remédio que surgiu para curar determinada doença e sua marca é bem conhecida.

A diferença é que o medicamento genérico só pode ser produzido após a queda da patente do remédio de marca e após estudos de bioequivalência em humanos, que avaliam como os genéricos são absorvidos em igual quantidade aos de referência e na mesma velocidade pelo organismo de quem os toma. Outra diferença observada é a descrição do princípio ativo, que identifica o produto na embalagem original e a frase "medicamento genérico – Lei 9.787/99".

 

Você acredita que muitas pessoas ainda têm receio quanto aos genéricos? Se sim ou não, por quais motivos?

Não. Acredito que a eficácia da campanha do Ministério da Saúde e Anvisa em relação à qualidade dos medicamentos genéricos se reflete na mudança de comportamento da população. O cliente já chega à farmácia perguntando se não tem genérico para o medicamento prescrito.

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