(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Má qualidade do ar aumenta problemas respiratórios crônicos - Idmed

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Como estratégias para minimizar os efeitos da poluição, o dr. Ericson sugere a utilização de medidas que possibilitem melhorar a umidade relativa do ar, especialmente nos locais com aglomeração de pessoas e nas residências. A utilização de vaporizadores ou umidificadores em grandes ambientes e de recipientes com água nos lares minimizam esses efeitos. Além disso, tomar as vacinas antigripais e, naqueles com indicação médica para a pneumonia, são estratégias eficazes para a prevenção dessas exacerbações.

Também é da máxima importância ressaltar que a cessação do tabagismo é mandatória, especialmente para aqueles com doenças cardiovasculares e respiratórias, uma vez que cerca de 5.000 substâncias são identificadas no cigarro, parte delas consideradas cancerígenas”, alerta dr. Ericson, que completa: “Os pacientes com idade avançada, portadores de doença pulmonar crônica devem procurar o médico logo que os primeiros sinais de exacerbação se manifestem, a fim de evitar complicações que podem ser fatais”.

A OMS alerta que, se os países adotassem medidas sérias para melhorar a qualidade do ar, cerca de 8 milhões de vidas seriam poupadas em todo o mundo até 2020.

 

Fonte: Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia

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