(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Mães de UTI: como conviver com o drama? - Idmed

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 Qual é a importância da entrega e da forma de cuidado de médicos e enfermeiros em UTIs?

Com base em minhas próprias experiências como mãe neste contexto durante anos, em diversos hospitais diferentes, e, naturalmente, como psicóloga, posso confirmar a necessidade de que a equipe seja, em sua maioria, acolhedora e empática, considerando a integralidade e a individualidade de cada criança atendida e de quem a acompanha. Para tanto, o psicólogo já deve estar presente no contexto hospitalar, intermediando as relações e buscando trocar ideias com os demais membros da equipe de saúde, ideias essas que contêm os mais diversos sentimentos e racionalizações em relação aos pequenos pacientes e seus acompanhantes. Por meio dessas trocas profissionais-profissionais, que, obviamente, não têm absolutamente nada a ver com a revelação por parte do psicólogo das confidências realizadas pelos pacientes ou por suas mães, enfermeiros, técnicos de enfermagem, médicos e paramédicos poderão reconhecer limites e possibilidades próprios, conduzindo a oportunidades importantes no sentido de reverem suas práticas e vínculos formados com seus clientes.

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