(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Mães de UTI: como conviver com o drama? - Idmed

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O psicólogo, no contexto hospitalar, mantendo-se, muitas vezes, simplesmente à disposição, silenciosa e empaticamente, transbordando amor e esperança e permitindo que a mãe compartilhe seu sofrimento, seu peso, sua carga, sua dor, propicia a catarse emocional, ou seja, “o derramar”/“despejar” de sua angústia, que nem sequer cabe em si mesma.

O psicólogo, juntamente com o ser humano sofrido à sua frente, precisa estabelecer um vínculo satisfatório com ele, por intermédio de um investimento psíquico de sua parte, capaz de cumprir seu papel básico: empatia, continência, apoio. Isso alivia a alma, resgata questões fundamentais dos vínculos com o filho, fazendo com que se retome aquilo que podemos chamar de “fôlego emocional” para prosseguir no contexto hospitalar até que se faça necessário.

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