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Existem basicamente duas formas da doença: a retinopatia diabética não proliferativa, que, se não diagnosticada e tratada a tempo, pode evoluir para a retinopatia diabética proliferativa, com prognóstico mais reservado. "Há ainda o edema macular diabético, que é uma forma de retinopatia diabética que acomete a mácula, região principal da visão. O edema macular diabético pode ocorrer concomitantemente à fase não proliferativa quanto à fase proliferativa; tipicamente, costuma comprometer a visão em níveis variáveis, o que impulsiona o paciente a procurar seu médico tão logo perceba a baixa visual", explica a oftalmologista.

Quem pensa que só as pessoas mais velhas podem ter essa complicação se engana. A oftalmologista com especialização em pediatria Kátia Mello explica que tanto jovens quanto adultos e idosos podem ser igualmente acometidos pela doença, bastando para isso que tenham tempo de doença e controle glicêmico precário, os principais requisitos para que a retinopatia se instale.

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