(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Leucemia: conhecer as causas e os tipos é importante para entender a doença - Idmed

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Os sinais e sintomas, o diagnóstico e o tratamento são diferentes para leucemias agudas e crônicas. O diagnóstico baseia-se em resultados de exames de sangue e medula óssea (aspiração ou biópsia).

• Na biópsia de medula óssea, um pequeno fragmento de osso é removido, permitindo a análise da histologia: distribuição das células e fibrose são analisadas, dentre outros aspectos.

• Durante a aspiração da medula óssea, uma amostra de células é removida do osso do esterno ou do quadril com uma agulha. Essa amostra pode ser analisada através dos seguintes exames:

o Mielograma: avalia a porcentagem e morfologia das células;

o Imunofenotipagem: classifica os tipos celulares conforme marcadores presentes na membrana celular;

o Análise Citogenética: analisa individualmente os 46 cromossomos à procura de perdas (deleções), ganhos e trocas (translocações) de material genético contido nos cromossomos;

o Testes moleculares: PCR ou FISH específicos para pesquisa de mutações, genes de fusão, dentre outras anormalidades.

 

Com base nesses resultados, o hematologista classifica a leucemia de acordo com critérios definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O diagnóstico é feito com base em vários achados, e várias condições benignas podem apresentar quadro semelhante. Se estiver em dúvida com relação a algum exame, procure um médico especialista. Seu médico é a melhor fonte de informações para preocupações relacionadas com seu problema médico.

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