(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Entenda por que genética e obesidade andam lado a lado - Idmed

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Obesidade e gravidez

Ao considerarmos o ambiente como um fator influente no aparecimento da obesidade, devemos levar em consideração tanto o ambiente extra quanto o intrauterino. Esse espaço particular da mãe, onde o feto se desenvolve, pode gerar consequências permanentes sobre os sistemas de controle do metabolismo, do sistema endócrino e do apetite da criança, aumentando o risco da mesma apresentar obesidade ao longo da vida.

"Sabe-se que o aumento do tecido adiposo interfere em todas as fases de desenvolvimento do bebê, desde a embrionária até o parto. Dessa forma, o excesso de tecido adiposo materno, por ser capaz de comprometer a programação metabólica fetal, predispõe os filhos de mulheres obesas a serem futuros obesos e diabéticos, perpetuando, assim, o ciclo da obesidade", ressalta a pesquisadora.

Entretanto, não podemos esquecer que não é apenas no peso do bebê que a obesidade materna pode interferir. A taxa de malformações fetais é maior em mulheres obesas do que naquelas com peso normal, bem como o risco de óbito fetal é também significativamente maior entre as mulheres com peso acima da média.

 

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