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A vacina na infância e sua importância

Se for feita uma análise na linha do tempo, é possível verificar que, há cerca de 30 anos, havia poucas vacinas a serem aplicadas, como a BCG (tuberculose), DPT (difteria, pertussis e tétano), poliomielite, sarampo e varíola. Naquela época, era comum o pediatra fazer visitas hospitalares diariamente, em vários hospitais, avaliando cinco, oito ou até mais crianças internadas por doenças infecciosas, como catapora, caxumba, meningites e, principalmente, pneumonias e desidratação.

"Atualmente, a varíola é considerada extinta no planeta, razão pela qual sua vacinação não é mais indicada, enquanto a poliomielite ainda subsiste em poucos países da África", exemplifica o médico pediatra.

A partir da década de 70, outras vacinas foram desenvolvidas, contra pneumococos, meningococos, hepatites A e B, catapora, caxumba, até mesmo contra o rotavírus, grande responsável pelas internações por desidratação. Todas essas vacinas devem ser aplicadas de acordo com o calendário oficial de imunizações, com o intuito de diminuir a incidência das doenças vacináveis nessas crianças, além de contribuir para sua extinção, conforme já vivenciamos com a varíola e a poliomielite.

 

 

Dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros, autor do livro "Seu bebê em perguntas e respostas – Do nascimento aos 12 meses", é médico formado pela Faculdade de Medicina do ABC. Especializou-se em pediatria na Unifesp/EPM, obtendo em seguida título pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Além de curso de especialização prática pela General Pediatric Service da University of California - Los Angeles (Ucla) e a participação em diversos simpósios do setor, Sylvio atuou por quase 30 anos no Pronto-Socorro Infantil Sabará e foi diretor técnico do Hospital São Leopoldo, cargo que deixou para se dedicar ao seu consultório, a MBA Pediatria, e à literatura médica para leigos.

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